Quem é você?

Quem é você?

Depois de dizer seu nome, provavelmente, sua resposta seguirá com a sua profissão, quase como se fosse seu sobrenome. E não é para menos, a nossa carreira representa uma grande parte de nossa essência, uma importante peça do mosaico de nossa identidade. Quem não conhece um “Paulo, Advogado”, uma “Maria, Nutricionista”, um “Zé, Mecânico”?

O termo “carreira profissional”, do latim carraria (caminho para carros) e profissional, também do latim professio (emprego, ofício), não apenas está ligado apenas ao trajeto dentro da profissão escolhida, para onde planejamos seguir ou de nosso ganha-pão, como também existe um importante detalhe que escapa a estas definições.

Além da função social, o nosso “eu” enxerga na profissão um caminho para o exercício daquilo que nos impulsiona em direção à boa vida: nossos valores e potenciais. Estes que, quando abandonamos a prática, nos colocamos na posição de náufrago, esperando pela próxima corrente para, quem sabe, chegarmos a algum lugar.

Por isso não é qualquer atividade que nos serve e nos colocamos na perseverante busca da felicidade profissional, ficando em constante alerta para o aparecimento de oportunidades para desenvolvermos nossos potenciais ou exercermos nossos valores.

Afinal, nossa vida ganha um sentido e propósito especiais quando nos sentimos conectados á aquilo que somos, com nossos valores e exercitamos o que acreditamos ter de melhor a oferecer ao mundo.

Artigo publicado na Folha de Mirassol em (02/06/2016).